{"id":36347,"date":"2020-08-25T23:17:51","date_gmt":"2020-08-26T02:17:51","guid":{"rendered":"https:\/\/alacip.org\/?p=36347"},"modified":"2020-09-08T14:42:25","modified_gmt":"2020-09-08T17:42:25","slug":"chamada-de-artigos-para-dossie-desencontros-entre-o-marxismo-e-as-relacoes-internacionais-revista-conjuntura-internacional-pontificia-universidade-catolica-mg","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alacip.org\/?p=36347","title":{"rendered":"Revista Conjuntura Internacional (Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica &#8211; MG) convocatoria a dossier: \u00abDes)encontros entre o Marxismo e as Rela\u00e7\u00f5es Internacionais\u00bb"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"800\" src=\"https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/PUC-MG.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-36348\" srcset=\"https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/PUC-MG.png 800w, https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/PUC-MG-300x300.png 300w, https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/PUC-MG-150x150.png 150w, https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/PUC-MG-768x768.png 768w, https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/PUC-MG-600x600.png 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>CHAMADA DE ARTIGOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A <strong><em>Revista Conjuntura Internacional<\/em><\/strong> est\u00e1 com chamada aberta para o <strong>Dossi\u00ea: (Des) Encontros entre o Marxismo e as Rela\u00e7\u00f5es Internacionais<\/strong>: exclus\u00f5es, embates, inser\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Organizadores<\/strong>: Caio Bugiato (UFRRJ) e Pedro Henrique Neves de Carvalho (UniBH)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Prazo para submiss\u00e3o de artigos<\/strong>: 31 de dezembro de 2020<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Previs\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o<\/strong>: v.18, n.2 (2021)<\/p>\n\n\n\n<p>O Marxismo e as Rela\u00e7\u00f5es Internacionais (RI) t\u00eam estabelecido pouco di\u00e1logo desde a forma\u00e7\u00e3o desta \u00e1rea do conhecimento \u00e0 \u00e9poca da Primeira Guerra Mundial. Entre diversos motivos institucionais e pol\u00edtico-ideol\u00f3gicos para tal, o ponto central \u00e9 que as RI foram e s\u00e3o constru\u00eddas com ideias que projetam a supremacia econ\u00f4mica, pol\u00edtica e ideol\u00f3gica dos Estados e das classes dominantes dos pa\u00edses centrais do capitalismo e que articuladamente com esta formam um arcabou\u00e7o intelectual que lhes \u00e9 funcional, assim ofuscam as rela\u00e7\u00f5es de domina\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o t\u00edpicas da sociedade liberal. O Liberalismo e Woodrow Wilson, nos planos te\u00f3rico e pol\u00edtico, desempenharam a fun\u00e7\u00e3o de iniciar um processo intelectual para desvincular os fen\u00f4menos internacionais das lutas de classes e dos processos de acumula\u00e7\u00e3o de capital, em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 Revolu\u00e7\u00e3o Bolchevique e \u00e0s teorias marxistas do imperialismo (PIJL, 2014) Nesse sentido, o desenvolvimento das RI no mundo e no Brasil seguiu essa linha pol\u00edtica ao promover teorias e an\u00e1lises, pautados pelo seu mainstream, que se atrevem a explicar as rela\u00e7\u00f5es internacionais sem qualquer v\u00ednculo com o modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista, corroborando estrat\u00e9gias de domina\u00e7\u00e3o de Estados, governos e classes e promovendo o capitalismo como o estado natural e superior da vida humana.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo, \u00e9 muito comum que estudantes, professores\/as e pesquisadores\/as ao entrar na \u00e1rea de RI se deparem com a aus\u00eancia do Marxismo. Estes poderiam ent\u00e3o questionar os paradeiros: das reflex\u00f5es de Karl Marx (2011, 2013, 2017) sobre o mercado mundial, das de Friedrich Engels (1976) sobre a guerra ou das de ambos sobre o colonialismo (1978) ; da teoria do desenvolvimento desigual e combinado, t\u00e3o propalada pela tradi\u00e7\u00e3o trotskista (TROTSKY, 1977; MANDEL, 1985; ROSENBERG, 2010); das teorias do imperialismo, desde os\/as autores\/as cl\u00e1ssicos\/as (LENIN, 2005; KAUTSKY, 2002; LUXEMBURGO, 1985; BUKHARIN, 1986) aos contempor\u00e2neos\/as (PANITCH, 2004; WOOD, 2014; CALLINICOS, 2009; HARVEY, 2013); das teorias da depend\u00eancia (CARDOSO e FALETTO, 2004; MARINI, 2005; DOS SANTOS, 2000; BAMBIRRA, 1975; FIORI, 1995), uma das maiores contribui\u00e7\u00f5es da Am\u00e9rica Latina para as Ci\u00eancias Sociais; das teorias do Estado (POULANTZAS, 1977; HIRSCH, 2010; JESSOP, 2008), o principal agente das rela\u00e7\u00f5es internacionais e t\u00e3o pouco problematizado no mainstream; dos conceitos de burguesia e seu car\u00e1ter nacional ou transnacional (PIJL, 1998; ROBINSON, 2004); entre outros. Ou indagar sobre a rela\u00e7\u00e3o das not\u00e1veis teoria neogramsciana (COX, 1987; GILL, 2007) e teoria do sistema-mundo (WALLERSTEIN, 1984; ARRIGHI, 1994), e outras perspectivas cr\u00edticas, com o Marxismo. E at\u00e9 mesmo se perguntar sobre o internacionalismo prolet\u00e1rio em RI quando surgem pesquisas sobre revolu\u00e7\u00f5es (HALLIDAY, 1999; VISENTINI et. al., 2013) e sobre o socialismo mundial (HUI, 2017).<\/p>\n\n\n\n<p>Portando esta chamada de artigos pretende reunir trabalhos que em geral desenvolvam o Marxismo como teoria pertinente, distinta e sofisticada para as Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e\/ou realizem an\u00e1lises cr\u00edticas de conjuntura, atual e hist\u00f3rica, apreendendo sua complexidade. Especificamente, a chamada consiste em dois eixos articulados. O primeiro consiste na teoria marxista: epistemologia do pensamento marxista diante das RI; debates e desenvolvimentos te\u00f3ricos e conceituais que estejam no interior do Marxismo e\/ou em di\u00e1logo com outras teorias; cr\u00edtica marxista sobre as Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e vice-versa; alcances do m\u00e9todo e o papel do Materialismo Hist\u00f3rico para compreens\u00e3o da realidade. O segundo consiste em an\u00e1lise de conjuntura baseada no referencial marxista que contemple as rela\u00e7\u00f5es internacionais, as forma\u00e7\u00f5es sociais nacionais ou as conex\u00f5es entre o nacional e o internacional. Com essas orienta\u00e7\u00f5es, convidamos amplamente para a reuni\u00e3o de pesquisas com intuito de abrir espa\u00e7o para autores\/as que se identifiquem com essa proposta e de incentivar as publica\u00e7\u00f5es sobre Marxismo nas Rela\u00e7\u00f5es Internacionais no Brasil e no mundo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Submiss\u00e3o e diretrizes para autores\/as<\/strong>: https:\/\/periodicos.pucminas.br\/index.php\/conjuntura\/about\/submissions<\/p>\n\n\n\n<p>No ato da submiss\u00e3o, marcar a se\u00e7\u00e3o do dossi\u00ea no procedimento de submiss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>ARRIGHI, Giovanni. O longo s\u00e9culo XX: dinheiro, poder e as origens de nosso tempo. Rio de S\u00e3o Paulo: Editora UNESP, 1994.<\/p>\n\n\n\n<p>BAMBIRRA, V\u00e2nia. El capitalismo dependiente latinoamericano. 2. ed. Buenos Aires: Siglo Veintiuno Argentina, 1975.<\/p>\n\n\n\n<p>BUKHARIN, Nikolai. A economia mundial e o imperialismo: esbo\u00e7o econ\u00f4mico. S\u00e3o Paulo: Nova Cultural, 1986.<\/p>\n\n\n\n<p>CALLINICOS, Alex. Imperialism and global political economy. Polity Press: Cambridge, 2009.<\/p>\n\n\n\n<p>CARDOSO Fernando Henrique; FALETTO, Enzo. Depend\u00eancia e desenvolvimento na Am\u00e9rica Latina, Rio de Janeiro, Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 2004.<\/p>\n\n\n\n<p>COX, Robert W. Production, power, and world order: social forces in the making of history. New York: Columbia University Press, 1987.<\/p>\n\n\n\n<p>DOS SANTOS, Theotonio. A teoria da depend\u00eancia: balan\u00e7o e perspectivas. Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 2000.<\/p>\n\n\n\n<p>ENGELS, Friedrich. Temas militares. Lisboa: Estampa, 1976.<\/p>\n\n\n\n<p>FIORI, Jos\u00e9 Lu\u00eds. A globaliza\u00e7\u00e3o e a nov\u00edssima depend\u00eancia. In: FIORI, Jos\u00e9 Lu\u00eds. Em busca do dissenso perdido. Rio de Janeiro: Insight, 1995.<\/p>\n\n\n\n<p>GILL, Stephen (org.). Materialismo hist\u00f3rico e rela\u00e7\u00f5es internacionais. Rio de Janeiro, RJ: Editora UFRJ, 2007.<\/p>\n\n\n\n<p>HALLIDAY, Fred. Revolution and world politics. The rise and fall of the sixth great power. Durham: Duke University Press, 1999.<\/p>\n\n\n\n<p>HARVEY, David. O novo imperialismo. 7. ed. S\u00e3o Paulo, SP: Edi\u00e7\u00f5es Loyola, 2013.<\/p>\n\n\n\n<p>HIRSCH, Joachim. Teoria materialista do Estado: processos de transforma\u00e7\u00e3o do sistema capitalista de Estados. Rio de Janeiro, RJ: Revan, 2010.<\/p>\n\n\n\n<p>HUI, Jiang Hui.World Socialism in the Twenty-First Century: New Structure, New Features and New Trends, International Critical Thought, 7:2, 2017.<\/p>\n\n\n\n<p>JESSOP, Bob. El futuro del estado capitalista. Madrid: Catarata, 2008.<\/p>\n\n\n\n<p>KAUTSKY, Karl. O imperialismo. In: TEIXEIRA, Aloisio (org.). Ut\u00f3picos, her\u00e9ticos e malditos. Rio de Janeiro: Record, 2002.<\/p>\n\n\n\n<p>LENIN, Vladimir. O imperialismo, fase superior do capitalismo. S\u00e3o Paulo: Centauro, 2005<\/p>\n\n\n\n<p>LUXEMBURGO, Rosa. A acumula\u00e7\u00e3o do capital. S\u00e3o Paulo: Nova Cultural, 1985.<\/p>\n\n\n\n<p>MANDEL, Ernest. O capitalismo tardio. 2. ed. S\u00e3o Paulo: Nova Cultural, 1985.<\/p>\n\n\n\n<p>MARINI, Ruy Mauro. Dial\u00e9tica da depend\u00eancia. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2005.<\/p>\n\n\n\n<p>MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. Acerca del colonialismo. Madrid: Jucar, 1978.<\/p>\n\n\n\n<p>MARX, Karl. Grundrisse. Manuscritos econ\u00f4micos de 1857-1858. Esbo\u00e7os da cr\u00edtica da economia pol\u00edtica. S\u00e3o Paulo: Boitempo; Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2011.<\/p>\n\n\n\n<p>__. O Capital. Cr\u00edtica da Economia Pol\u00edtica. Livro I: o processo de produ\u00e7\u00e3o do capital. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2013.<\/p>\n\n\n\n<p>__. O Capital. Cr\u00edtica da Economia Pol\u00edtica. Livro III: o processo global da produ\u00e7\u00e3o capitalista. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2017.<\/p>\n\n\n\n<p>PANITCH, Leo. Global capitalism and American empire. London; Black Point, 2004.<\/p>\n\n\n\n<p>PIJL, Kees van der. The Discipline of Western Supremacy. Modes of Foreign Relations and Political Economy, Vol. III. London: Pluto Press, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>__. Transnational classes and international relations. London: Routledge, 1998.<\/p>\n\n\n\n<p>POULANTZAS, Nicos. Poder pol\u00edtico e classes sociais. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 1977.<\/p>\n\n\n\n<p>ROBINSON, William I. A theory of global capitalism: production, class, and state in a transnational world. Baltimore: Johns Hopkins University Press, 2004.<\/p>\n\n\n\n<p>ROSENBERG, Justin. Basic problems in the theory of uneven and combined development Part II: unevenness and political multiplicity, Cambridge Review of International Affairs, 23:1, 2010.<\/p>\n\n\n\n<p>TROTSKY, Leon. A hist\u00f3ria da revolu\u00e7\u00e3o russa. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Paz e Terra, 1977.<\/p>\n\n\n\n<p>VISENTINI, Paulo; PEREIRA, Anal\u00facia; MARTINS, Jos\u00e9; RIBEIRO, Luis;. E GR\u00d6HMANN, Luis. Revolu\u00e7\u00f5es e regimes marxistas: rupturas, experi\u00eancias e impacto internacional. Porto Alegre: Leitura XXI\/NERINT-UFRGS, 2013.<\/p>\n\n\n\n<p>WALLERSTEIN, Immanuel. El moderno sistema mundial. M\u00e9xico, DF: Siglo Veintiuno, 1984.<\/p>\n\n\n\n<p>WOOD, Ellen. Imp\u00e9rio do capital. S\u00e3o Paulo, SP: Boitempo, 2014.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p>Assim, convidamos acad\u00eamicos p\u00f3s-graduandos e p\u00f3s-graduados na \u00e1rea de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e afins a submeterem seus artigos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mais informa\u00e7\u00f5es<\/strong>:<br><a href=\"https:\/\/periodicos.pucminas.br\/index.php\/conjuntura\/announcement\/view\/328\">https:\/\/periodicos.pucminas.br\/index.php\/conjuntura\/announcement\/view\/328<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CHAMADA DE ARTIGOS A Revista Conjuntura Internacional est\u00e1 com chamada aberta para o Dossi\u00ea: (Des) Encontros entre o Marxismo e as Rela\u00e7\u00f5es Internacionais: exclus\u00f5es, embates, inser\u00e7\u00f5es. 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