{"id":42934,"date":"2022-01-28T16:46:31","date_gmt":"2022-01-28T19:46:31","guid":{"rendered":"https:\/\/alacip.org\/?p=42934"},"modified":"2022-02-01T00:09:46","modified_gmt":"2022-02-01T03:09:46","slug":"pesquisa-revela-que-a-cada-50-dias-um-ator-politico-foi-assassinado-na-baixadafluminenseobservatorio-de-favelas-universidade-federal-fluminense-e-universidade-witwatersrand-da-africa-do-sul-lancam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alacip.org\/?p=42934","title":{"rendered":"Difus\u00e3o da Pesquisa \u00abViol\u00eancia e Pol\u00edtica na Baixada Fluminense\u00bb &#8211; Observat\u00f3rio de Favelas da Universidade Federal Fluminense (UFF) em parceria com Universidade Witwatersrand (\u00c1frica do Sul) e Funda\u00e7\u00e3o Heinrich Boll"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"823\" src=\"https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/image-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-42935\" srcset=\"https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/image-2.png 600w, https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/image-2-219x300.png 219w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Rio de Janeiro &#8211; Entre os anos de 2015 e 2020 foram mapeados 43 assassinatos de atores pol\u00edticos na Baixada Fluminense. \u00c9 o que aponta a pesquisa \u2018Viol\u00eancia e Pol\u00edtica na Baixada Fluminense\u2019, que foi lan\u00e7ada pelo Youtube. <\/p>\n\n\n\n<p>O estudo consolidado como uma publica\u00e7\u00e3o digital, foi desenvolvido por pesquisadores do <strong>Observat\u00f3rio de Favelas<\/strong>, da <strong>Universidade Federal Fluminense &#8211; UFF<\/strong> e da <strong>Universidade Witwatersrand &#8211; WITS<\/strong>, da \u00c1frica do Sul, com apoio da<br><strong>Funda\u00e7\u00e3o Heinrich Boll<\/strong>, e analisou casos de viol\u00eancia letal cometida contra lideran\u00e7as, ativistas, representantes e gestores pol\u00edticos na Baixada Fluminense no per\u00edodo de 5 anos. <\/p>\n\n\n\n<p><br>\u201cA pesquisa mostra a grande recorr\u00eancia da viol\u00eancia e do poder de matar como instrumento da pol\u00edtica na Baixada Fluminense. Os dados que analisamos ajudam a compreender uma realidade que produz imensos obst\u00e1culos para o exerc\u00edcio da democracia na regi\u00e3o. Isto \u00e9 fundamental para que se pense em caminhos para romper o dom\u00ednio de elites pol\u00edticas e econ\u00f4micas violentas e autorit\u00e1rias e seus modos de apropria\u00e7\u00e3o do Estado.\u201d afirma Andr\u00e9 Rodrigues, Coordenador Geral da Pesquisa \u00abViol\u00eancia e Pol\u00edtica na Baixada Fluminense\u00bb.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa revela ainda que as elei\u00e7\u00f5es de 2016 foram as mais violentas no per\u00edodo analisado na regi\u00e3o. Os munic\u00edpios com mais casos de mortes foram Nova Igua\u00e7u e Serop\u00e9dica, seguidos de Duque de Caxias, Mag\u00e9 e S\u00e3o Jo\u00e3o de Meriti. No que se refere \u00e0 atua\u00e7\u00e3o pol\u00edtica das v\u00edtimas, a maior parte das mortes se vincula ao cargo de vereador, em<br>sua maioria homens.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com os pesquisadores, a metodologia utilizada neste estudo foi o levantamento de casos de viol\u00eancia pol\u00edtica letal registrados em jornais de grande circula\u00e7\u00e3o e pesquisas complementares na internet. Foi realizada ainda an\u00e1lise de dados de candidaturas dispon\u00edveis no banco de dados do Tribunal Superior Eleitoral e entrevistas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA pesquisa foi realizada a partir de uma combina\u00e7\u00e3o de metodologias quantitativas e qualitativas. Em muitos casos n\u00e3o conseguimos acessar informa\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas e relevantes sobre as v\u00edtimas, como cor, idade, partido, din\u00e2mica da morte. Isso por si s\u00f3 revela bastante sobre o fen\u00f4meno, pois ao mesmo tempo em que demonstra como o que acontece na Baixada tem baixa visibilidade midi\u00e1tica, tamb\u00e9m alimenta essa economia dos assassinatos pol\u00edticos, uma vez que quanto menor a repercuss\u00e3o, menor a press\u00e3o sobre as institui\u00e7\u00f5es respons\u00e1veis e menores as respostas sobre andamento das investiga\u00e7\u00f5es.\u201d destaca Leandro Marinho, um dos autores da publica\u00e7\u00e3o e pesquisador do Observat\u00f3rio de Favelas. <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden class=\"wp-block-file__embed\" data=\"https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Pesquisa_Violencia_Politica_Baixada_ebook.pdf\" type=\"application\/pdf\" style=\"width:100%;height:600px\" aria-label=\"Incrustado de Incrustado de Pesquisa_Violencia_Politica_Baixada_ebook..\"><\/object><a href=\"https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Pesquisa_Violencia_Politica_Baixada_ebook.pdf\">Pesquisa_Violencia_Politica_Baixada_ebook<\/a><a href=\"https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Pesquisa_Violencia_Politica_Baixada_ebook.pdf\" class=\"wp-block-file__button\" download>Descarga<\/a><\/div>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rio de Janeiro &#8211; Entre os anos de 2015 e 2020 foram mapeados 43 assassinatos de atores pol\u00edticos na Baixada Fluminense. \u00c9 o que aponta a pesquisa \u2018Viol\u00eancia e Pol\u00edtica na Baixada Fluminense\u2019, que foi lan\u00e7ada pelo Youtube. 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