{"id":7889,"date":"2016-05-27T10:02:07","date_gmt":"2016-05-27T13:02:07","guid":{"rendered":"https:\/\/alacip.org\/?p=7889"},"modified":"2016-05-27T10:02:07","modified_gmt":"2016-05-27T13:02:07","slug":"2o-coloquio-internacional-em-estudos-feministas-estudos-de-genero-estudos-sobre-as-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alacip.org\/?p=7889","title":{"rendered":"2\u00ba Col\u00f3quio Internacional em Estudos Feministas \/ Estudos de G\u00e9nero \/ Estudos sobre as Mulheres"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.ces.uc.pt\/destaques\/index.php?id=13876&amp;id_lingua=1\" target=\"_blank\" rel=\"attachment wp-att-7890\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-7890\" src=\"https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/cartaz-We-must-all-be-feminists-pt-web2.jpg\" alt=\"cartaz - We must all be feminists - pt - web(2)\" width=\"848\" height=\"1200\" srcset=\"https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/cartaz-We-must-all-be-feminists-pt-web2.jpg 848w, https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/cartaz-We-must-all-be-feminists-pt-web2-212x300.jpg 212w, https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/cartaz-We-must-all-be-feminists-pt-web2-768x1087.jpg 768w, https:\/\/alacip.org\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/cartaz-We-must-all-be-feminists-pt-web2-724x1024.jpg 724w\" sizes=\"auto, (max-width: 848px) 100vw, 848px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><b>Chamada para Comunica\u00e7\u00f5es | At\u00e9 30 de junho de 2016<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois de muitas d\u00e9cadas de ativismo pelas causas das mulheres e contra a discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00e9nero, bem como de reflex\u00e3o te\u00f3rica e de estudos sobre as mais variadas quest\u00f5es que dizem respeito \u00e0s mulheres e \u00e0s chamadas minorias sexuais, os feminismos multiplicaram-se, percorreram caminhos extremamente diversos, adquiriram novos lugares de enuncia\u00e7\u00e3o, novas formula\u00e7\u00f5es, novos conceitos, novos modos de a\u00e7\u00e3o plurais e muitas vezes contradit\u00f3rios. Dos feminismos ditos radicais aos feminismos apelidados de\u00a0<i>mainstream<\/i>ou incorporados pelo mercado e pelos\u00a0<i>media<\/i>\u00a0\u00e0s rea\u00e7\u00f5es mais ou menos agressivas dos diversos patriarcados, os feminismos certamente transformaram, \u00e0 escala global, a forma de pensar as sociedades, tendo vindo a ocupar um espa\u00e7o indel\u00e9vel na produ\u00e7\u00e3o de conhecimento numa perspetiva amplamente transdisciplinar e no desenvolvimento de modos de interven\u00e7\u00e3o p\u00fablica e coletiva nos mais diversos dom\u00ednios. Esta evolu\u00e7\u00e3o pode e deve ser acentuada por uma autorreflex\u00e3o e um debate sobre as conquistas e as derrotas, os percursos desenvolvidos e a desenvolver, os obst\u00e1culos enfrentados e as possibilidades abertas, o passado, o presente e o futuro de um campo do conhecimento e do ativismo cuja fertilidade \u00e9 t\u00e3o expressiva quanto a necessidade social e pol\u00edtica dos seus fins. Na sequ\u00eancia de um 1\u00ba Col\u00f3quio de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Estudos Feministas, \u201cEstudos Feministas: o Futuro do Passado\u201d, que teve lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra em 2012, o Doutoramento em Estudos Feministas da Faculdade de Letras e do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra convida estudantes de Mestrado e Doutoramento em Estudos sobre as mulheres, de g\u00e9nero e feministas (EMGF) a participarem nesta reflex\u00e3o, apresentando propostas de comunica\u00e7\u00e3o ou interven\u00e7\u00f5es art\u00edsticas (performances, v\u00eddeos, mini-exposi\u00e7\u00f5es, etc.) que se insiram globalmente nesta tem\u00e1tica e\/ou nalguma das linhas abaixo enunciadas. As propostas de comunica\u00e7\u00e3o, com um m\u00e1ximo de 2000 caracteres (incluindo espa\u00e7os), e as propostas de interven\u00e7\u00e3o art\u00edstica, cuja descri\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m n\u00e3o pode exceder os 2000 caracteres e deve incluir, consoante os casos, amostras de imagens ou v\u00eddeos, devem ser submetidas nesta plataforma,<a href=\"https:\/\/www.ces.uc.pt\/eventos\/forms\/coloquio_feministas\/preinscricao.php\" target=\"_blank\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=es&amp;q=https:\/\/www.ces.uc.pt\/eventos\/forms\/coloquio_feministas\/preinscricao.php&amp;source=gmail&amp;ust=1464437987247000&amp;usg=AFQjCNEJBSL2QmR4uO2WDumiyaJO3OiGRg\">\u00a0atrav\u00e9s de formul\u00e1rio<\/a>, at\u00e9 ao dia\u00a0<b>30 de junho<\/b>, impreterivelmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A decis\u00e3o sobre a aceita\u00e7\u00e3o das propostas ser\u00e1 comunicada at\u00e9 in\u00edcio de Setembro. As l\u00ednguas de trabalho do Col\u00f3quio ser\u00e3o o<b> portugu\u00eas, o ingl\u00eas e o espanhol.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n&#8211; teorias e epistemologias feministas &#8211; g\u00e9neros, sexualidades e discursos &#8211; g\u00e9neros, sexualidades e direito(s) &#8211; g\u00e9neros, ra\u00e7as e etnicidades &#8211; economias feministas &#8211; viol\u00eancias de g\u00e9nero: representa\u00e7\u00f5es e pr\u00e1ticas &#8211; as artes e a constru\u00e7\u00e3o dos g\u00e9neros e das sexualidades &#8211; g\u00e9neros e literatura &#8211; g\u00e9nero e religi\u00f5es &#8211; g\u00e9neros e Hist\u00f3ria &#8211; g\u00e9neros, nacionalismos e imperialismo- g\u00e9neros, migra\u00e7\u00f5es e di\u00e1sporas- g\u00e9neros e a constru\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o: arquitetura e territ\u00f3rios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Chamada para Comunica\u00e7\u00f5es | At\u00e9 30 de junho de 2016 Depois de muitas d\u00e9cadas de ativismo pelas causas das mulheres e contra a discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00e9nero, bem como de reflex\u00e3o te\u00f3rica e de estudos sobre as mais variadas quest\u00f5es que dizem respeito \u00e0s mulheres e \u00e0s chamadas minorias sexuais, os feminismos multiplicaram-se, percorreram caminhos extremamente [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":88890,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","footnotes":""},"categories":[15],"tags":[],"class_list":{"0":"post-7889","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-menu-ementas","7":"entry","8":"has-post-thumbnail"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alacip.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7889","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alacip.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alacip.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alacip.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/88890"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alacip.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=7889"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/alacip.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7889\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7891,"href":"https:\/\/alacip.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7889\/revisions\/7891"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alacip.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=7889"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alacip.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=7889"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alacip.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=7889"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}